Prefeitura de Iguatu realiza aula inaugural do Curso de Libras

O prefeito municipal de Iguatu em exercício, Marcos Sobreira, participou da aula inaugural do Curso de Língua Brasileira de Sinais (Libras) do Município. As aulas da nova turma tiveram início ontem, 06, na E.E.F. Maria Pacífico Guedes. O curso é oferecido gratuitamente pela Prefeitura em parceria com o Instituto Federal do Ceará (IFCE) e com o Conselho Municipal da Pessoa com Deficiência. O gestor municipal deu boas vindas aos novos alunos e falou sobre a importância do curso na facilitação da inserção do usuário na sociedade.

“Nosso objetivo é aumentar a quantidade de vagas no curso para dar oportunidade a um número maior de pessoas. Municípios muito maiores que o nosso não conseguem ofertar um curso de Libras anualmente como Iguatu oferta. Tudo isso só é possível por conta do empenho e da dedicação do prefeito Ednaldo Lavor e toda a sua equipe que tem trabalhado incansavelmente no investimento da educação pública da nossa cidade”, disse Sobreira.

A avaliação sobre o assunto é positiva. Somente no ano de 2017, 125 pessoas concluíram o curso – índice melhor que o do ano anterior. Ainda de acordo com o prefeito em exercício, para o ano de 2018 serão 180 novas vagas. “Nossa meta é avançar sempre. Pretendemos ampliar ainda mais esse número em 2019”, frisou.

A secretária municipal da Educação, Elizangela Medeiros, falou sobre a importância do aumento do número de matrículas para este ano e já com um cadastro de reservas para a formação de mais turmas. “Isso mostra que Iguatu vem crescendo dentro da Educação Especial. Nossa cidade é pioneira na região Centro-Sul”, ressaltou.

Para a coordenadora da Educação Inclusiva, Lucia Elias, o curso dará oportunidade para que os alunos tenham mais aproximação com a cultura e com a identidade surda por meio de profissionais qualificados. “Esses professores passaram por uma avaliação com profissionais do Instituto Federal do Ceará (IFCE) e foram selecionados aqueles que tiveram as melhores notas. Além disso, estamos em cumprimento com a lei que diz que o curso precisa ser ministrado por professores surdos”, explicou.